Nº 57 | maio / junho 2014
História

Obrigado, Dona Ruth! | Da Redação

“Com a continuação de leitura, eu fui apurando a maneira de escrever, ficou fácil pra mim escrever.”

“Bom, o que eu admiro mais e com quem eu concordo no total é Machado de Assis... Machado de Assis... não tem outro pra ele.”

“Eu tenho essa ideia de que quando a gente faz uma coisa, ou faz bem feito ou não faz.”

“Palavra que não é de povo, é palavra morta. Esta história de ter uma língua universal, o inglês universal, porque tem um monte de gente que fala. Usar o esperanto e aquele, o sânscrito, Ah! O que é isso? Não tem povo que fale, não existe. O que existe é gente. Então, esse o meu sentido, a direção da minha escrita.”

“A gente só aprende com os outros, né! Esta história de autodidatismo, isso aí é tudo balela porque se a pessoa não sabe, como é que vai aprender consigo? Só pode aprender com quem sabe. Então procurar boas escolas, a boa escola. E trabalhar lá na escola com honestidade. Trabalhar sempre.”

“A gente vê que por trás d’O Lince está uma pessoa que pensa, que tem ideias. E a pessoa só tem ideias quando tem conhecimento. Antes de ter conhecimento, ter ideia como? É só uma repetência, né! A pessoa vive por procuração.”

“Perguntou bem. Eu falei sinceramente, falei à vontade. As perguntas foram perguntas que me deram ocasião de confessar (risos)... E isso também é um elogio.”

Da entrevista concedida em 29 de agosto de 2008.

 
 
 
 
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