Nº 55 | janeiro / fevereiro 2014
Ágora

Arquivo digital adiciona jornais do século 19 | Da Redação

Dando sequência ao trabalho de digitalização do acervo da hemeroteca do Arquivo Museu Frei Galvão, da cidade de Guaratinguetá-SP, o Jornal O Lince disponibiliza em seu site, para acesso gratuito, exemplares de jornais do século XIX.

Dentre eles se encontram:
O MOSAICO, folha dominical de caráter litterario, commercial e noticioso criada por Valentim Ribeiro da Fonseca, tendo sua primeira sede tipográfica e redação localizada na Rua Direita, n. 17.

O exemplar mais antigo encontrado no arquivo refere-se ao primeiro ano de circulação, é o de número 18 e datado de 22 de maio de 1859. Trata-se de uma xerocópia de original pertencente ao jornalista Francisco Fortes.

Pela data deste exemplar é possível deduzir que, se a circulação semanal foi respeitada, o jornal veio a lume no dia 23 de janeiro do mesmo ano.

Outros dois exemplares podem ser encontrados:
O número 85, ano II, do dia 7 de setembro de 1860, época em que o jornal ainda circulava uma vez por semana, porém às sextas-feiras e não mais aos domingos. Trata-se de exemplar original, mas mutilado;
E o número 231, do dia 30 de novembro de 1862, um domingo, quarto ano de circulação e período em que o jornal circulava duas vezes por semana (o outro dia era a quinta-feira) e a sede havia se transferido para a Rua Verde, n. 27.

O jornal O PARAHYBA e o CINCO DE JANEIRO são outras preciosidades do arquivo.

Além destas, estão disponíveis para acesso outras raridades como os jornais:
A CRUZ, periódico católico de propriedade de Alexandre Joaquim Teixeira Machado e que traz o lema de Constantino adotado pelos primeiros cristãos: In hoc signus vince (por este sinal conquistarás).

O LIBERAL, órgão político e noticioso que circulava aos domingos, cujo editor e proprietário era Antonio Franco dos Reis.

O PEQUENO JORNAL, periódico de meados da década de 1880, se colocava como imparcial numa época na qual outros se apresentavam como representantes de algum segmento da sociedade ou com alguma linha ideológica.

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O NORTE DE SÃO PAULO, propriedade de Antonio Velloso Nogueira, era espaço privilegiado para escritores, visto que se identificava como um jornal literário além de noticioso.

Satírico e noticioso, O ARAUTO, sob a gerência de Zebedeu M. das G. Rangel, fazia uso frequente da irreverência e do bom humor, o que o tornava único na região.

Um exemplar do órgão republicano A PÁTRIA PAULISTA traz, em primeira página, o anúncio da Proclamação da República.

A GAZETINHA, órgão do povo, dirigida por Antonio Cuba, e o republicano CORREIO DO NORTE, de propriedade de Antonio Vellozo Nogueira, completam a coleção.

O jornal silveirense A AURORA, de propriedade do escritor Vicente Félix de Castro e o primeiro jornal espírita de que se tem registro no Vale do Paraíba, é o bônus desta edição.
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