Nº 53 | setembro / outubro 2013
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Publicações do bimestre | Da Redação

Histórias e reflexões



Nascidas de textos produzidos para um programa de rádio, as “histórias e reflexões” apresentadas por Olga de Sá são comentários abreviados de pensamentos cuidadosamente pinçados e comentados de literatos, filósofos, religiosos, políticos e artistas de modo a provocar a suspensão da letargia em que nos coloca a agitação cotidiana.

Prefaciando a obra, padre Pedro Cunha tece:
“Ao ler Histórias e reflexões, mergulhei em tantas realidades da minha vida, que nem todos os grandes retiros, que já fiz, foram capazes de me conduzirem por tamanhas riquezas. Admirado, comovido, às vezes perplexo, me pergunto: como pode uma pessoa ser capaz de navegar, com tamanha desenvoltura, por oceanos tão diferentes? Como pode mergulhar tão profundo, e ao mesmo tempo nadar na superfície com tanta leveza?

Olga fala de amor, saudade, amizade, luta, sonhos, sofrimento, filosofia, teologia, geração Y, rap e tanto mais. Olga conta histórias vindas de Ir. Dulce, Madre Teresa, Clarice Lispector, Cecília Meireles, Drummond, Santo Agostinho; isso só para citar alguns. Em todo o livro, o que mais me apaixona é a sua capacidade de reflexão sobre essas histórias.

Ela traz para os nossos dias, a riqueza infinita, escrita e vivida, ao longo dos séculos, por esses autores. Seu jeito profundo, sábio, simples, verdadeiro e direto leva-nos a refletir sobre suas histórias, contadas com tanta candura, mas acima de tudo leva-nos a revermos nossa própria história”.


Guaratinguetá: fatos e filhos



O jornalista guaratinguetaense José Arthur de Castro Fortes lançou, recentemente, no Centro Social de Guaratinguetá, seu segundo livro.

Composto em duas partes, o livro começa por apresentar efemérides colhidas a partir de seu exercício profissional, hábito que cultivou ao longo de seus mais de 50 anos de atividade jornalística em rádios de Guaratinguetá e região. Nas quase cento e vinte páginas desta primeira parte, Zé Arthur (como é conhecido) apresenta informações de importância biográfica e histórica, além de curiosidades acontecidas na “terra das garças brancas”. Uma delas é um possível pouso de um disco voador em região próxima ao aeroporto Edu Chaves. Uma foto está publicada para mostrar o efeito deixado. No mínimo, algo que exige uma investigação mais acurada.

Antes de biografar filhos ilustres da cidade, aos quais dedica as setenta últimas páginas das 270 que compõem o livro, José Arthur apresenta curiosidades e exemplos de empreendimentos de sucesso na cidade.

São mais de cem biografias a compor o que o jornalista-escritor denomina “terra de filhos ilustres”. E com razão. Guaratinguetá é berço de nomes de projeção nacional e, em alguns casos internacional, em vários campos da atuação humana: do esporte à política, das artes à literatura, da medicina à engenharia...

José Arthur começou sua carreira de radialista e jornalista em 1959 tendo trabalhado na Rádio Aparecida e na Rádio Monumental de Aparecida, e nas Rádios Clube, Piratininga e Metropolitana de Guaratinguetá. Quando da visita do Papa João Paulo II a Aparecida, foi repórter da TV Globo de São Paulo. Correspondente de vários jornais (Diário de São Paulo, Folha de São Paulo, Gazeta Esportiva, O Repórter, Folha do Povo, O Eco, O Garça e Correio Paulista) também foi assessor de imprensa da prefeitura de sua terra natal durante a gestão de cinco prefeitos.

Seu primeiro livro, “Aconteceu... virou notícia”, foi lançado no ano passado também pela Editora Literasas.

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I Antologia da Academia Cachoeirense de Letras e Artes



Ao completar 40 anos de existência, a Academia Cachoeirense de Letras e Artes lança a sua primeira Antologia, reunindo diversos trabalhos acadêmicos, envolvendo temas artísticos, literários, históricos, poemas, contos diversos etc. Fundada em 1973 por Agostinho Ramos, Ruth Guimarães, Carlos Varella, entre outros, a ACLA permaneceu ativa e produtiva até meados de 1977, quando “hibernou” por longos anos até despertar em 2010 com pleno vigor.

Atualmente, o presidente da ACLA é o escritor e professor Jurandir Rodrigues, tendo o amplo apoio do escritor Carlos Varella, da jornalista Cláudia Varella e do artista plástico Roberto Mendes.

A Antologia da ACLA incluiu os trabalhos da maioria dos 38 acadêmicos, incluindo os já falecidos, como Agostinho Ramos, seu filho Jairo Ramos e outros. Todos os trabalhos, escritos ou ilustrados, tiveram como inspiração a cidade de Cachoeira Paulista, outrora mero caminho da trilha do ouro no período colonial, alçada a um grande centro urbano em decorrência da construção e inauguração da estação ferroviária que iria unir duas importantes ferrovias: a Estrada de Ferro Dom Pedro II e a Estrada de Ferro São Paulo-Rio de Janeiro. Mais tarde, ambas formariam a Estrada de Ferro Central do Brasil.

Os autores da I Antologia da ACLA são em ordem do número de cadeira: Agostinho Ramos, Carlos Varella, Clara Ferreira do Prado, Elóy Simões, Jair Alves Barbosa, Monsenhor José Nunes Cardoso, Juão França Viana, Juracy de Paula Rico, Nelson Lorena, Newton Gonçalves de Barros, Otton Ferreira Barbosa, Ruth Guimarães, Severino Antônio Moreira Barbosa, Jairo Gomes Ramos, Sebastião Albano Nogueira de Sá, Joaquim Maria Botelho, Guido Machado Braga, José Botelho Neto, Gabriel Chalita, Guto Capucho, Iran Barboza, Izabel Fortes Pontes, Jurandir Fábio Monteiro, Jurandir Rodrigues, Antônio Gomes Comonian, Jorge Chalita, Roberto Mendes, Cláudia Varella, Diego Leão Diniz, Raphael Pousa dos Santos, Eddy Carlos Souza Vicente, Osvaldo Luiz Silva e Renisse Ordine. A Academia Cachoeirense de Letras e Artes tem como patronos os escritores Ovídio de Castro e Valdomiro Silveira.
 
 
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